segunda-feira, janeiro 26, 2015

quinta-feira, janeiro 22, 2015

Um outro final para a saga Harry Potter

Cyrano de Bergerac

A peça de Edmond Rostand, agora em cena no Teatro Nacional, é um bombom para Diogo Infante. Ele brilha a peça toda e como diz um amigo meu, é um deleite vê-lo representar. A encenação de João Mota é competente e Virgílio Castelo e João Grosso são bons actores secundários neste espectáculo. E infelizmente acabam aqui os elogios... Sara Carinhas é um daqueles fenómenos do teatro português... muito zunzum à sua volta sem razão de ser... nesta peça então, é um erro de casting tremendo. Uma Roxane bruta, pouco feminina, pouco delicada, um verdadeiro desespero sempre que ela abria a boca ou andava (tem a leveza de um hipopótamo numa loja de cristais...). Christian, o jovem apaixonado, pouco dotado em palavras, é interpretado por João Jesus... pouco convincente, pouco versátil... e o resto do elenco, muito pobre (estranhamente José Neves está de uma canastrice que não se aguenta). A cenografia de José Manuel Castanheira enche o olho mas ainda assim... não é estonteante, mas cumpre, é verdade, há que dizê-lo. Os figurinos dos Storytailors parecem muito bonitos no início, mas pouco a pouco começamos a questionar as transparências, a diversidade de tecidos, a mistura entre o fato de época e o contemporâneo... acabam por ser apenas um elemento estético, sem qualquer dramaturgia. Se vale a pena ir ver a peça (são quase 3 horas de espectáculo)? Vale. Sem dúvida alguma. Diogo Infante carrega o espectáculo às costas e faz valer todos os minutos ali passados. E quanto mais não seja, tendo em conta o novo director artístico, é provável que esta seja a última oportunidade de se ver no Teatro Nacional um espectáculo de teatro "à séria" por muito e muito tempo.

E agora para algo completamente diferente...

O sítio onde fazia fotodepilção fechou (a última vez que lá fui foi em 2011, entretanto veio a troika)... alguém recomenda algum sítio em Lisboa?


quarta-feira, janeiro 21, 2015

Comfort food

Depois de uma desastrosa aula de yoga (não estava mesmo para ali virado hoje...) nada como chegar a casa e comer uma imensa e densa taça de Nestum Mel...


sábado, janeiro 17, 2015

A seguir...

Naqueles momentos...

... Em que estamos mais frágeis, o namorado está presente, os amigos estão presentes... E isso relativiza tudo...

sexta-feira, janeiro 16, 2015

quinta-feira, janeiro 15, 2015

Impotência...

E de repente a vida de alguém desmorona-se e eu, à distância, assisto impotente. Não posso fazer nada, nem sequer posso estar presente... Apenas pude mandar uma mensagem a dizer que gosto dele e quando me quiser presente, eu vou. Quer espaço, quer respirar, quer estar sozinho... É normal... no lugar dele eu quereria o mesmo... apetece-me chorar... estou triste. E confuso... e sobretudo preocupado... por ele e sobretudo pelo pequeno... estou triste.

terça-feira, janeiro 13, 2015

Essa é uma decisão minha.

E assim se encerra uma conversa. Não dá qualquer hipótese de refutar... Quando se está a opinar sobre a vida alheia, é possível levarmos com esta resposta. Indelicado e desagradável... diria eu. Mas ainda assim, categórico. Resta-me encaixar a resposta, respirar fundo e não ficar irritado e magoado. Pelo menos tentar não ficar muito... mas, mais que uma decisão é uma inevitabilidade.



Nada que uma noite de sono não resolva.

Telefones...

Odeio combinar jantar com alguém e depois a estúpida passa o tempo todo ao telemóvel... Da próxima vez, em vez de jantar com ela, ligo-lhe à hora do jantar!

Orlando paladino


Orlando paladino de Joseph Haydn